O presente sistema de enviar americano (ou canadenses, ou australianos, ou coreanos ou de qualquer outro país industrializado) é uma tradição do século XIX que deveria ter sido abandonada há 50 anos atrás. E, como vou discutir mais tarde, não há respaldo na Palavra de Deus. Aqui temos alguns exemplos de alguns problemas relacionados com sua continuidade.
1. Desigualdade financeira - Quando enviamos americanos, canadenses ou alguém de outro país rico para fora como missionários nestes países pobres, eles aparentam ser fabulosamente ricos em comparação às pessoas que querem alcançar. Como eles podem representar nosso Salvador "que sendo rico se fez pobre?" Eles deturpam Sua imagem e sua presença é geralmente um impedimento para a Sua causa.
2. Implicações políticas - Quando comparativamente missionários estrangeiros de países afluentes se mudam para países como Paquistão, Cuba, China ou Vietnã, são vistos como espias enviados pela CIA ou algo parecido. De outra forma, como eles podem ter todo o dinheiro que eles aparentam ter? Desta maneira identificando a fé cristã com governos estrangeiros, nós os estigmatizamos e causamos danos irreparáveis aos nossos irmãos cristãos que são cidadãos dos países que queremos alcançar.
3. Ofensas Culturais - Quando um missionário de um país industrializado invade uma cultura diferente, faz com que o Evangelho de Cristo pareça estranho a sua cultura. Com isto ergue barreiras, causa preconceito contra o Evangelho e impede a sua aceitação. Quase sempre leva uma ou duas gerações inteiras antes que essas barreiras sejam vencidas e a fé cristã possa tornar-se aceitável para estes grupos não alcançados que foi invadido. Entre os americanos nativos as barreiras têm persistido em muitas tribos há mais de 300 anos.
4. Enviando a mensagem equivocada - Os diretores das missões do tipo colonialistas assumem uma atitude de superioridade com relação aos nossos irmãos nos países pobres, tomando a seguinte posição: "Nós somos superiores, eles são inferiores; então temos que ir treiná-los". Mas os missionários americanos vão com um sustento pessoal maior do que todo o orçamento da escola onde ele está ensinando, ou do ministério local em que está trabalhando. Então, de forma alguma podem ensinar "Ame ao seu próximo como a si mesmo" quando eles são ricos e os outros pobres. Seria absurdo dizerem: "Negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me". A presença estrangeira espalha cobiça e destrói qualquer senso de auto-sacrifício o qual normalmente já existe entre os estudantes dos Institutos Bíblicos ou entre os obreiros nativos nos países pobres.