1. Sustentando financeiramente missionários autóctones
A Christian Aid envia ajuda financeira para mais de 800 ministérios evangelísticos com base em países de grande pobreza ou onde os cristãos evangélicos são uma minoria perseguida. A prioridade é dada ao sustento daqueles que trabalham entre os grupos não alcançados onde o nosso Senhor Jesus Cristo ainda não possui um povo que se chama pelo Seu ome. Estes ministérios:
- Estão treinando 40.000 novos obreiros em centenas de institutos bíblicos.
- Enviam missionários nativos – mais de 90.000 no campo.
- Plantam novas igrejas – mais de 52.000 a cada ano – 1.000 por semana.
- Dirigem campanhas evangelísticas, transmitem programas evangelísticos pelo rádio e TV, distribuem
2. Socrorrendo as vítimas da perseguição, enfermidades e desastres.
Os 800 ministérios nativos apoiados pela Christian Aid estão localizados principalmente nos lugares mais pobres do mundo e estão continuamente cercados por sofrimento humano que eles não podem ignorar. A Christian Aid envia recursos para ajudá-los.
- Ajuda aos meninos de rua – cerca de 10 milhões de órfãos famintos somente na África, outros milhões na Ásia.
- Ajuda aos cegos, incapacitados, viúvas, enfermos, aleijados e indefesos.
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Resgate às vítimas da perseguição, guerras, fome, epidemias, lepra, escravidão, prostituição e desastres naturais tais como incêndios, enchentes, secas, tufões, ciclones e terremotos.
3. Reformulando a maneira que o trabalho missionário é realizado
As atividades das igrejas evangélicas para realizar a tarefa da evangelização mundial desenvolveram-se durante o colonialismo no século XIX e tornaram-se uma tradição no século XX. A maioria das denominações e muitas igrejas independentes tendiam a seguir fórmulas padronizadas de "ir" e "enviar", crendo que estavam obedecendo a Deus.
A maior parte do colonialismo político terminou depois da II Guerra Mundial, mas o colonialismo missionário aumentou muito, especialmente por parte dos evangélicos e fundamentalistas que realizaram coisas boas, mas também causaram dano ao testemunho cristão em muitas partes do mundo. Por meio século a Christian Aid tem seguido com o ministério de educar e ensinar aos cristãos que:
- Não há nenhuma base bíblica para missões colonialistas, nenhum registro no Novo Testamento de Deus enviando um missionário onde ele não sabe o idioma.
- Os missionários transculturais, apesar de realizarem muitas coisas boas, também causam dano ao testemunho cristão, usando um modelo que já deveria haver cessado há 50 anos atrás.
- Deus tem levantado missionários nativos em cada país onde os transculturais podem ir. Eles são dez vezes mais efetivos no alcance do seu povo do que os estrangeiros e, a um custo muito menor.
- No caso dos Estados Unidos, por exemplo, os missionários americanos mostram-se tremendamente ricos em países pobres. A presença deles viola o sofrimento do Salvador, e gera cobiça entre os cristãos locais.
- Enviando americanos ao custo de US$60.000 anuais ou mais por família é um trágico mau uso do dinheiro de Deus. Se, ao invés, esse dinheiro fosse enviado a um missionário autóctone, esta quantia sustentaria integralmente 50 ou mais missionários nativos que já estão ali. Cada um deles é mais frutífero para a causa de Cristo do que uma dúzia de "estrangeiro ricos".