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Marino Hautangare em pé nos Andes, sobre uma cidade não alcançada, alvo de evangelismo de seu ministério.
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Julho de 2007 marcou um grande evento histórico do Peru. Machu Picchu, "A cidade perdida dos Incas" foi eleita uma das sete maravilhas do mundo. Centenas de pessoas se alegraram e celebraram quando foi anunciado ao mundo inteiro em Lisboa, Portugal. Enquanto isso, nas regiões remotas do Peru e sem o som das trombetas, os missionários nacionais estão também testemunhando eventos maravilhosos ao proclamarem o evangelho às almas perdidas das montanhas dos Andes na floresta do Amazonas.
A Bruxaria, o alcoolismo e a adoração aos ídolos imperam, assim como a presença das tribos caçadoras de cabeça e canibais. O catolicismo (misturado com rituais e crenças antigas) era, e ainda é um obstáculo para o evangelho. Nos anos de 1980 um movimento comunista no Peru conhecido como Sendero Luminoso voltou-se para a violência e seus terroristas massacraram incontáveis cidadãos.
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Material didático comprado com as ofertas da Christian Aid.
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Terremotos, secas, enchentes, deslizamentos e estradas intransitáveis dificulta o contacto. Ainda assim, pela graça de Deus, o evangelho tem sido difundido entre os grupos nativos não evangelizados e, alguns deles, totalmente não alcançados na selva amazônica, por homens como Marino Huatangare.
Marino vivia na selva de Jaen, Cajamarca, com seus pais que eram agricultures. Ele cresceu num ambiente de alcolismo e muitas brigas. Sua família jogava cartas de tarô buscando saber a sorte. Em 1964 um missionário visitou Jaen e pregou o evangelho de Jesus Cristo. Muitas vidas foram transformadas.
Em 1965 outra cruzada evangelística chegou à cidade. Neste tempo Marino, que queria desesperadamente mudar de vida, entregou seu coração ao Senhor Jesus Cristo.