Durante a Revolução Cultural, os cristãos chineses eram demitidos dos seus empregos, expulsos das escolas e colocados na prisão. Suas casas eram saqueadas, e eles eram humilhados publicamente. Enfrentaram torturas e condições desumanas nos campos de trabalhos forçados. Seus compatriotas os rejeitavam, e eram acusados falsamente de serem espias americanos, contra-revolucionários e criminosos.
Hoje, o número de igrejas clandestinas na China está crescendo rapidamente. A China tem experimentado o maior movimento de crescimento da igreja na história.
Mesmo assim, a perseguição não terminou. Os cristãos ainda são constantemente colocados na prisão e nos campos de trabalhos forçados. O Departamento de Estado dos Estados Unidos inclui a China na sua lista de "países de especial atenção", nações denominadas como maiores infratoras da liberdade religiosa.
Todas as igrejas são obrigadas a serem registradas pelo governo, normalmente conhecido como Partido Comunista Chinês (CCP- sigla em Inglês). Aqueles que se recusam a registrar-se são considerados subversivos.
Para muitos crentes chineses, as exigências para registrar suas igrejas são completamente irracionais. Em 1994 as "Medidas para o Registro dos Lugares para Atividades Religiosas" estipulavam que os interessados tinham que provar terem um local permanente, membresia regular e fonte de subsitência legal. Para muitas igrejas, especialmente nas áreas rurais, estas exigências são impossíveis, pois eles não possuem recursos fundos suficientes.